
O titulo acima foi tirado da obra “Alice no país das maravilhas”, pra quem não se recorda ou não conhece o conto citado, eis uma breve explicação.
Você tem a oportunidade de escolher a pílula azul ou a vermelha, se tomar a azul se manterá na ilusão, vendo as coisas de maneira diferente do que realmente são, se tomar a vermelha entrará no mundo real, verá o que realmente acontece por traz da neblina.
Fiz analogia de tal passagem do livro com minha vida, e percebi que em muitas vezes eu escolhi a pílula azul, preferia fantasiar as historias que participava, meus pequenos feitos eram como grandes vitórias, minhas alegrias que não passavam de um breve humor agudo eu as transformava em êxtase de bons fluidos, mas, como se não bastasse, na vida amorosa também.
É... Na vida amorosa, eu já fantasiei historias, já vi e descrevi donzelas que na realidade trajavam apenas fantasia, já esperei muito de relacionamentos que em minha visão seria caso de cinema, mas que na realidade era tão bobo e fútil como uma novela mexicana de pequeno porte.
Mas fico pensando realmente é sempre ruim esperar demais de um algo, pois a decepção é grande, mas e quando a realidade te incomoda mais que a desilusão futura?
Será que aí chegamos ao ponto de deixar rolar a farsa até quando puder e quebrar a cara depois ou encarar a dura realidade e por ela não viver conto algum? Claro que não estou citando casos muito sérios e nem tão ilusório afinal, existem coisas que não se pode maquiar.
Recentemente eu estava por viver uma situação de fantasiosa, vi algo que parecia ser perfeito, um encaixe preciso como o som dos Yardbirds num pub, já havia visualizado um futuro bem próximo em uma situação que sempre desejei, até que resolvi tomar a pílula vermelha e vi o que realmente estava por vir.
Confesso deveria ter tomado a azul
Não sei se esse texto será bem interpretado por todos que o lerem
Mas com certeza quem já desejou muito ter uma coisa que por mais difícil que fosse era acessível, e não conseguiu ainda vai enteder.
Você tem a oportunidade de escolher a pílula azul ou a vermelha, se tomar a azul se manterá na ilusão, vendo as coisas de maneira diferente do que realmente são, se tomar a vermelha entrará no mundo real, verá o que realmente acontece por traz da neblina.
Fiz analogia de tal passagem do livro com minha vida, e percebi que em muitas vezes eu escolhi a pílula azul, preferia fantasiar as historias que participava, meus pequenos feitos eram como grandes vitórias, minhas alegrias que não passavam de um breve humor agudo eu as transformava em êxtase de bons fluidos, mas, como se não bastasse, na vida amorosa também.
É... Na vida amorosa, eu já fantasiei historias, já vi e descrevi donzelas que na realidade trajavam apenas fantasia, já esperei muito de relacionamentos que em minha visão seria caso de cinema, mas que na realidade era tão bobo e fútil como uma novela mexicana de pequeno porte.
Mas fico pensando realmente é sempre ruim esperar demais de um algo, pois a decepção é grande, mas e quando a realidade te incomoda mais que a desilusão futura?
Será que aí chegamos ao ponto de deixar rolar a farsa até quando puder e quebrar a cara depois ou encarar a dura realidade e por ela não viver conto algum? Claro que não estou citando casos muito sérios e nem tão ilusório afinal, existem coisas que não se pode maquiar.
Recentemente eu estava por viver uma situação de fantasiosa, vi algo que parecia ser perfeito, um encaixe preciso como o som dos Yardbirds num pub, já havia visualizado um futuro bem próximo em uma situação que sempre desejei, até que resolvi tomar a pílula vermelha e vi o que realmente estava por vir.
Confesso deveria ter tomado a azul
Não sei se esse texto será bem interpretado por todos que o lerem
Mas com certeza quem já desejou muito ter uma coisa que por mais difícil que fosse era acessível, e não conseguiu ainda vai enteder.
