
Você já parou pra pensar que nossas vidas em muitas situações parecem apenas uma novela, onde a história se mantém a mesma, e só mudam os personagens?
É como se fosse um eterno deja vu, vemos pessoas diferentes nos atingindo da mesma forma, reagimos de modo similar à outra situação vivida e que raramente o final dessa historia muda!
Será que não podemos evoluir, e nos defrontar com um novo destino? Não, acredito que não é exatamente essa a questão, e sim que somos pessoas que visam em primeiro lugar a comodidade, depois o que é certo para nós. Nos envolvemos com “amizades” que nos beneficiam mesmo que elas não sejam duradouras, mas que seja bom enquanto dure, nos relacionamos afetiva e emocionalmente com pessoas que estão à um alcance fácil, prático, e nos mantemos ao lado dela não por amor ou paixão, mas simplesmente por que não nos faz mal e por que vai ser embaraçoso o término. Há algum tempo atrás diria que isso é o suborno sentimental, uma forma de obter algo que sempre quis mesmo que seja de uma forma diferente, mas se olharmos pelo lado das possíveis cicatrizes que chegaram à nossa alma e essência, talvez seja um método seguro de viver um pseudo-sonho, o que torna tais atitudes justificativas, mesmo que ainda incorreto ao meu ponto de vista.
Dizem que as pessoas sempre enxergam a grama do vizinho mais verde, mas digo que eu às vezes nem enxergo a grama em meu quintal, pelos textos aqui postados vocês já devem ter notado, que sou uma pessoa dedicada ao conhecimento das nossas ações, em função de ajudar á mim e com certeza pessoas queridas, e que sou uma pessoa ate afetuosa pode se dizer assim. E sinceramente por mais que acredito que isso é uma coisa boa, enxergo nas pessoas frias e despreocupadas com o que acontece mais felicidade e realização, e me pergunto se devo me tornar frio também, para obter sucesso nas coisas que tanto desejo. Mas o intrigante que pessoas como nós, é do jeito que é, se da mal varias vezes por ser assim, mas ainda gosta de como é, foge da realidade com coisas tolas do cotidiano como uma cervejinha ou um esporte numa hora vaga, finge que ta tudo bem, na hora de dormir convence as paredes do quarto e dorme, acorda e no outro dia esta lá com as mesmas lastimas, e com o mesmo sorriso.
Se você também se identifica com isso, não se sinta mal, uma vez eu disse a uma pessoa importante pra mim: “não se condene por fechar os olhos sempre que as coisas ruins aparecem, por que quando as luzes apagarem totalmente você será a única saber onde esta a porta da saída “... Esta frase eu explico em um outro texto
Perseu desculpe hoje não foi um dia em que escreveria as coisas que tanto gosta!!!
É como se fosse um eterno deja vu, vemos pessoas diferentes nos atingindo da mesma forma, reagimos de modo similar à outra situação vivida e que raramente o final dessa historia muda!
Será que não podemos evoluir, e nos defrontar com um novo destino? Não, acredito que não é exatamente essa a questão, e sim que somos pessoas que visam em primeiro lugar a comodidade, depois o que é certo para nós. Nos envolvemos com “amizades” que nos beneficiam mesmo que elas não sejam duradouras, mas que seja bom enquanto dure, nos relacionamos afetiva e emocionalmente com pessoas que estão à um alcance fácil, prático, e nos mantemos ao lado dela não por amor ou paixão, mas simplesmente por que não nos faz mal e por que vai ser embaraçoso o término. Há algum tempo atrás diria que isso é o suborno sentimental, uma forma de obter algo que sempre quis mesmo que seja de uma forma diferente, mas se olharmos pelo lado das possíveis cicatrizes que chegaram à nossa alma e essência, talvez seja um método seguro de viver um pseudo-sonho, o que torna tais atitudes justificativas, mesmo que ainda incorreto ao meu ponto de vista.
Dizem que as pessoas sempre enxergam a grama do vizinho mais verde, mas digo que eu às vezes nem enxergo a grama em meu quintal, pelos textos aqui postados vocês já devem ter notado, que sou uma pessoa dedicada ao conhecimento das nossas ações, em função de ajudar á mim e com certeza pessoas queridas, e que sou uma pessoa ate afetuosa pode se dizer assim. E sinceramente por mais que acredito que isso é uma coisa boa, enxergo nas pessoas frias e despreocupadas com o que acontece mais felicidade e realização, e me pergunto se devo me tornar frio também, para obter sucesso nas coisas que tanto desejo. Mas o intrigante que pessoas como nós, é do jeito que é, se da mal varias vezes por ser assim, mas ainda gosta de como é, foge da realidade com coisas tolas do cotidiano como uma cervejinha ou um esporte numa hora vaga, finge que ta tudo bem, na hora de dormir convence as paredes do quarto e dorme, acorda e no outro dia esta lá com as mesmas lastimas, e com o mesmo sorriso.
Se você também se identifica com isso, não se sinta mal, uma vez eu disse a uma pessoa importante pra mim: “não se condene por fechar os olhos sempre que as coisas ruins aparecem, por que quando as luzes apagarem totalmente você será a única saber onde esta a porta da saída “... Esta frase eu explico em um outro texto
Perseu desculpe hoje não foi um dia em que escreveria as coisas que tanto gosta!!!
5 comentários:
Ain't life great?
sera?
O ser humano é assim mesmo, simples e complicado de se explicar. Uma complexidade como tamanho do universo [não estou exagerando]. Somente os dias para esquecer e retomar o que se passou.O pior que a gente sempre vai achar a grama do vizinho mais verde.
COmentado
To Pensando Ainda!
xD~~
A complexidade da vida reside em sua simplicidade. Nós é que causamos essas complicações todas. Quando, na verdade, precisamos de tão pouco para sermos felizes.
Raramente divago sobre as coisas a minha volta, e quando divago me revolto mesmo.
E eu fico feliz com tão pouco que sinto raiva das pessoas que querem mais do precisam pela felicidade. Viva a ganância, o pecado do século XXI.
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