quarta-feira, 11 de abril de 2007

Replica : “Deixa a vida me levar.....”

Caro Perseu, belíssimo tema a ser abraangido, eu devo confessar.


Realmente acredito que varias vezes nos defrontamos com tal situação, pelo fato que é difícil desistir de algo que você realmente quer, mesmo quando é doloroso possuí-lo. Nos sempre estamos nos questionando se o que vamos fazer é correto, mas nem sempre estamos nos cobrando a fazer o que é melhor (claro que isso varia de acordo com a característica pessoal). É frustrante quando você se dedica a fazer o que é correto, porém isso não te faz bem, principalmente quando sua ação não foi considerada relevante, e seus prováveis malefícios não eram de grande expressão. O que fazer na hora em que o destino se torna um elemento gozador e resolve a fazer brincadeiras com suas ações e metas? Se soubesse realmente a resposta teria feito muitas coisas gratificantes, e não me arrependeria de tantos atos estúpidos, mas descobri que o tempo é o senhor de toda a razão, quantas vezes me deparei com momentos que deveria ir com sede ao pote, agir pelo instinto, fazer o que realmente eu queria fazer e me contive em busca de uma melhor hora, uma hora que nunca chegaria? Passei por um período de angustia e com o pensamento: “devia ter feito e estar arrependido, mas não me arrependido de não ter feito!”, e ao passar certo tempo vi que foi bom não ter feito, complicado não é? Vou tentar exemplificar, se você se apaixonasse por alguém que já estivesse com data marcada para partir à longe de onde você está, você agiria pelo seu bem e se envolveria num romance mesmo que determinado sua separação ou tentaria subornar sua vontade tentando se apaixonar por outras pessoas numa sucessão de romances relâmpagos? Quando vivenciamos isso acreditamos que o melhor é se entregar ao sentimento e acreditar que vai haver alguma forma de mudar tal destino, e o correto é deixar isso de lado e aproveitar seu afeto para entregar a alguém que possa recebê-lo sem um prazo estimado. Mas pense se você envolver com tal pessoa que você possui tanto apreço é ter de perdê-la seria muito mais doloroso, afinal é melhor não ter um grande amor, do que perdê-lo, o eu faz a teoria de que se entregar também não era a melhor.
O grande agravante desse dilema é que no meio do caminho existem muitas surpresas, eu prefiro ver o que me faz bem primeiro, se as atitudes que fiz trouxeram conseqüências desastrosas, com certeza foi algo acidental, pois quando pensamos no que é correto sabemos muito bem das conseqüências o que nos traz o sentimento de culpa quando não somos bem sucedidos em nossos planos.
Faça o que te faz bem, mesmo por que certo ou errado é uma questão de ponto de vista ...para os alemães Hitler era um herói.
Um quadro moderno exige varias interpretações, há momentos que conhecemos os dois lados da moeda e mesmo assim não sabemos que valor ela tem.

Tecla sap para meu nobre amigo: vestir a 17, é uma analogia entre o modo de viver, e a camisa vestida pelo meia atacante Denílson, ele portava tais algarismos a sua veste, e ele era um jogador incisivo, popularmente ele “partia pra cima”, ou seja, é ir com vontade para as coisas, no caso citado à busca de parceira(o)!

Um comentário:

Anônimo disse...

"afinal é melhor não ter um grande amor, do que perdê-lo"

Lord, sinto ter que descordar de você, pois não há nada melhor do que ter um grande amor, vc exemplificou errado...é melhor não ter um grande amor se você SABE que vai perde-lo...e naumcom medo de perder..

Abraços